Mercado financeiro aguarda decisões cruciais sobre taxa de juros no Brasil e nos Estados Unidos
O dólar hoje opera com baixa ante o real nesta quarta-feira, refletindo a cautela dos investidores nos mercados globais e locais. A movimentação ocorre enquanto o sistema financeiro se prepara para absorver anúncios de política monetária de grande impacto na economia.
As atenções estão voltadas para os desdobramentos econômicos conduzidos pelo Federal Reserve e pelo Banco Central do Brasil, que devem mexer com a cotação das moedas e com os rendimentos de ativos de renda fixa, conforme informação divulgada por INFOMONEY.
Além do cenário macroeconômico, o ambiente político e jurídico brasileiro também entra no radar dos agentes financeiros, trazendo volatilidade adicional para os negócios na B3 durante toda esta sessão de quarta-feira.
Cotação do dólar e mercados futuros
Às 9h05, o dólar à vista recuava 0,15%, negociado a R$ 5,147 na venda, enquanto os investidores ajustam posições. No mesmo horário, o dólar futuro para outubro, que é atualmente o mais negociado na B3, caía 0,19% aos R$ 5,161.
Decisão de juros do Fed nos EUA
O Federal Reserve anuncia sua decisão de juros às 15h, com expectativa de alta de 0,25 ponto percentual, a primeira elevação desde 2023. A medida é motivada pela inflação alta e pelo escrutínio sobre o chair Kevin Warsh.
Reunião do Copom e cenário no Brasil
No final do dia, o Banco Central deve anunciar a quinta redução seguida da Selic, cortando 0,25 ponto na última reunião antes da eleição presidencial. O STF também monitora investigações e conflitos recentes entre ministros.
Perguntas Frequentes
Qual é a cotação do dólar hoje?
Às 9h05, o dólar à vista recuava 0,15%, sendo cotado a R$ 5,147 na venda, enquanto o dólar futuro caía para R$ 5,161 na B3.
O que o Federal Reserve deve decidir sobre os juros?
O Fed deve anunciar uma alta de 0,25 ponto percentual na taxa de juros dos Estados Unidos, a primeira elevação desde 2023.
O que esperar da decisão do Copom no Brasil?
O Banco Central deve anunciar a quinta redução seguida da taxa Selic, com corte de 0,25 ponto percentual, antes das eleições de outubro.

