Dados divulgados pelo Banco Central mostram alta no endividamento e novo recorde histórico na inadimplência em agosto

O endividamento das famílias brasileiras voltou a registrar alta no mês de julho, após um breve alívio observado no período anterior, conforme os dados oficiais.

A nova alta foi confirmada pelas Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas pelo Banco Central nesta terça-feira, apontando o retorno ao patamar máximo, conforme informação divulgada por Info Credito.

O indicador oficial calcula a relação percentual entre o saldo total das dívidas das famílias e a renda acumulada ao longo de doze meses.

Crescimento do endividamento familiar

Após um recuo para 49,7% em junho, o endividamento no Brasil subiu para 49,9% em julho, igualando o recorde de janeiro, março e abril.

Sem considerar o crédito imobiliário, o índice de endividamento permaneceu estável em 30,8% durante o mês de julho, segundo o Banco Central.

Comprometimento da renda das famílias

O comprometimento de renda dos brasileiros se manteve no patamar recorde de 28,7% no mês de junho, conforme o balanço oficial.

Excluindo o financiamento imobiliário, essa mesma taxa de comprometimento da renda familiar se manteve estável em 26,4% no período.

Alta da inadimplência no Brasil

A inadimplência no Brasil renovou o recorde da série histórica oficial ao atingir o patamar de 6,6% no mês de agosto.

O resultado negativo apresentou uma alta significativa em comparação com a taxa de 6,4% registrada anteriormente no mês de julho.

Perguntas Frequentes

Qual foi o percentual do endividamento das famílias em julho?

O endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,9% em julho, repetindo o patamar máximo observado anteriormente em janeiro, março e abril.

Qual é o índice de inadimplência no Brasil em agosto?

A inadimplência no Brasil renovou o recorde da série histórica do Banco Central ao alcançar a taxa de 6,6% no mês de agosto.

Como o Banco Central calcula o endividamento das famílias?

O cálculo do Banco Central é uma relação percentual entre o saldo total das dívidas das famílias no mês de referência e a renda acumulada em doze meses.